Alto astral

Estou sempre de bem com a vida e antenada em vários assuntos. Aqui só vale participar pessoas de bem com a vida. Sejam bem-vindos!

28/12/07

Feliz 2008!

É preciso viver o sonho e a certeza de que tudo vai mudar.

É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os desejos não precisam de razão, nem os sentimentos, de motivos.

O importante é viver cada momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem sabe ver…

Realize todos os seus sonhos.

Descubra a cada dia coisas novas para realizar esses sonhos, e não tenha medo de viver o momento em que eles acontecerem.

E, nesses momentos, descubra novos sonhos. Pois não há limites para sonhar. Basta acreditar.

  Feliz 2008 com Paz, Saúde e Felicidades.

Votos de Devandira Ferreira e família

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27/12/07

O indignado anônimo

Dependente químico da queixa exaltada, Indignaldo pode ganhar grupo de apoio mútuo nos mesmos moldes dos viciados em álcool e drogas.

 

 

Ele odeia o apelido que lhe caiu feito luva no botequim da esquina. “Indignaldo é o cacete!” – reagiu, bravo, às provocações do pessoal da firma no serão etílico da última sexta-feira. Neguinho faz de molecagem. “E o Renan Calheiros, hein, Indignaldo?!” Tem sempre um engraçadinho pra botar pilha na bronca do colega. Divertem-se com a cólera galopante que, a certa altura da conversa, de qualquer conversa, faz sua impaciência transbordar, feito chope tirado na pressão, frente ao estado de coisas a que chegamos. O cara é um indignado épico, caricatura de homem de bem injuriado, delirante e genérico contra tudo o que aí está, do governo Lula ao xixi na tábua, da fila do INSS à pedofilia na internet, do achaque do flanelinha ao lucro do Bradesco. O bicho está por aqui, ó, com o brasileiro. Há muito perdeu a paciência com o país. “Ô, raça!” – resmunga a cada flagrante de bandalha que testemunha.

Indignaldo é um tipo de chato que, estimulado ao exagero, tem lá sua graça, desde que observados certos limites da sacanagem. A brincadeira de fazê-lo perder as estribeiras prevê que alguém peça a conta em tempo hábil, para que seu discurso não atinja o anticlímax da infalível citação de Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. Isso por causa de alguém que furou a fila do supermercado, francamente, ninguém merece. O próprio já se deu conta de que a eloqüência foge-lhe inteiramente ao controle sempre que cisma de elogiar a última crônica de Arnaldo Jabor, sobretudo nos almoços de domingo, com a família da mulher. No Dia dos Pais, então, foi constrangedor. Precisou a sogra lhe dar água com açúcar, as crianças não entenderam nada. Baixou-lhe o santo do não-dá-mais-para-viver-neste-país-de-sanguessugas.

 Contando assim não parece, mas Aguinaldo Gladyson dos Santos, 52 anos, Indignaldo para os íntimos, é um homem comum. Pai de três rapazinhos adolescentes, casado com a mesma mulher há dezoito anos, está prestes a quitar o apartamento que comprou em prestações quando ainda era noivo. O carrinho na garagem, ele tirou no consórcio. Indignaldo está em dia com tudo. Não exerce a função no momento, mas preserva o espírito de síndico. Sua mania de correção lhe rendeu, além de brigas com vizinhos, um sucesso relativo no trabalho. Ganhou, há três anos, um cargo de confiança, no setor de processamento de dados na instituição financeira onde trabalha desde 1992. Estaria, enfim, tudo razoavelmente certo na sua vida – não fosse seu inconformismo com a coisa errada. Das guimbas que o sujeito do 501 joga pela janela ao aquecimento global, tudo é motivo para um discurso exaltado do pobre Indignaldo.

Não tem caos aéreo, ultrapassagem pelo acostamento, crise nas bolsas de valores, latido de cachorro de vizinho, escândalo no Congresso, engarrafamento em véspera de feriado, língua negra na praia, seqüestro relâmpago, entrevista de Caetano Veloso, fila do visto no consulado americano, telemarketing, gente que fala no cinema, Dunga, piercing no bico do seio, enchente, operação da PF, Bruna Surfistinha, José Dirceu, Daniela Cicarelli, Big Brother Brasil ou manchete de prostituição infantil no Jornal Nacional que não o deixe do jeito que o diabo gosta – meio Rui Barbosa, meio Arnaldo Jabor – fazendo jus ao apelido que detesta ouvir.

Fingiu que não era com ele o quanto pôde, até aquela noite em que reagiu mal, ao cair da ficha: Indignaldo já era personagem conhecido de todos, atração do botequim há tempos. “Meu Deus, que vergonha!” O que pegou – mais ainda que a falta de respeito com a questão do fim das utopias que embalava sua falação – foi aquela sensação de que seu zelo pela coisa certa tinha virado piada, motivo de galhofa, risadinhas pelas costas.

O indignado compulsivo tem com a queixa a mesma relação do alcoólatra com a bebida. Não sabe a hora de parar, exagera na dose de correção no mundo caótico em que vive, vira um porre. A certo ponto da conversa, pode-se até confundir o discurso do bêbado com o do indignado. Com todo respeito ao Nizan Guanaes, esse papo de “e aí, nós não vamos fazer nada?” poderia muito bem ser coisa de algum pinguço resistindo à idéia de voltar para casa às 4 da madrugada. Se acrescentar um “porra” no final, então…

Deprimido, Indignaldo bateu perna com a depressão até quase amanhecer. Não bebeu nada. Tomou consciência de que não sabe mais se indignar socialmente, como o Gabeira, por exemplo, sem nunca perder a linha. Passa sempre da medida, dá uns tapas a mais, torna-se inconveniente, agressivo na exposição de seu ponto de vista, intolerante, dono da verdade. Chegou em casa com essa questão e levou a família às lágrimas ao pedir desculpas aos filhos por ter-lhes enchido o saco com esse seu jeito sempre irritado contra tudo e todos. Decidira largar a indignação. “Se precisar, paro até com o Jornal Nacional, para não cair em tentação.” Os garotos passaram do choro ao riso em instantes com seu bom humor, coisa rara no pai. Até o fim do expediente de segunda-feira, quando falou a respeito com dois ou três amigos de trabalho, sua recuperação parecia favas contadas.

Calhou de na volta para casa um motorista de van – ô, raça! – estragar tudo com uma fechada que quase joga na calçada o carro recém- quitado do novo Aguinaldo, o ex-Indignaldo. Subiu-lhe um troço mais quente que sangue à cabeça. Algo desproporcional à barbeiragem do perueiro, maior do que a bagunça do transporte público, pior do que o desgoverno… Estava pálido e desfigurado quando o filho mais novo abriu-lhe a porta de casa. “A culpa é do Lula!” – foi tudo que conseguiu falar, tentando equilibrar-se sobre as pernas, antes de desmaiar sobre o moleque. Gritaria! Veio todo mundo lá de dentro ajudar a levá-lo pra cama.

O médico diz que é estresse, mas o paciente sabe que não é só isso. Está convencido de que a indignação, pelo menos da forma nele manifesta, é um vício como outro qualquer. Não contou essa parte para ninguém, nem para o doutor Lamy, mas, depois de perseguir sem sucesso a van que desencadeou sua última crise, Indignaldo parou o carro para discutir com o padeiro sobre o peso do pão francês comprado na véspera. Não lembra direito o que aconteceu daquele momento até apagar nos braços do filho. Torce para não ter encontrado o Poodle da vizinha urinando, como de hábito, no elevador.

Desde então, faz três semanas que Indignaldo não aparece nos serões etílicos do pessoal da firma. Sem zangas. Tem aproveitado todo tempo livre para procurar, na internet, indignados compulsivos que, como ele, estejam dispostos a encarar a insatisfação generalizada como uma dependência crônica de problemas. Quer fundar a AIA, a Associação dos Indignados Anônimos, nos mesmos moldes que os alcoólicos e narcóticos criaram, em busca de apoio mútuo. Cada dia sem ficar puto dentro das calças é uma batalha vencida na guerra permanente contra o vício da lengalenga combinada com aporrinhação.

Se é o seu caso, companheiro, escreva já para indignaldo@aia.com.br dizendo que apóia e se dispõe a participar como voluntário da iniciativa. Dê um basta à indignação, mas vê lá se não exagera no que vai dizer a respeito. O pior indignado é o que se exalta contra a indignação.

 

Fonte: Revista Piauí - Por Alfredo Ribeiro

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25/12/07

Para você e família

 

Devandira Ferreira e família

criado por Devandira    19:25:57 — Arquivado em: Sem categoria

16/12/07

Natal

Aspectos históricos

 

 

No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Jesus "como se fosse um Faraó". Há inúmeros testemunhos de como os primeiros cristãos valorizavam cada momento da vida de Jesus Cristo, especialmente sua Paixão e Morte na Cruz. No entanto, não era costume na época comemorar o aniversário e portanto não sabiam que dia havia nascido o seu Senhor. Os primeiros testemunhos indicam datas muito variadas, e o primeiro testemunho direto que afirma que Jesus Cristo nasceu no dia 25 de Dezembro é de Sexto Júlio Africano, no ano 221.

 
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos. A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo Papa Libério, no ano 354 d.c..

 
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

 
Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

 
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) revelam a fé da Igreja n’Aquele que é Deus feito homem para nossa salvação.

 
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

 
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.

 
   O ponto de vista da Bíblia

 
A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus nasceu. O mês judaico de Kislev, correspondente aproximadamente à segunda metade de novembro e primeira metade de dezembro no calendário gregoriano era um mês frio e chuvoso. O mês seguinte é Tevet, em que ocorrem as temperaturas mais baixas do ano, com nevadas ocasionais nos planaltos. Isto é confirmado pelos profetas Esdras e Jeremias, que afirmavam não ser possível ficar de pé do lado de fora devido ao frio.

 
Entretanto, o evangelista Lucas afirmava que havia pastores vivendo ao ar livre e mantendo vigias sobre os rebanhos à noite perto do local onde Jesus nasceu. Como estes fatos seriam impossíveis para um período em que seria impossível ficar de pé ao lado de fora em função do frio, logo Jesus não poderia ter nascido no dia em que o Natal é celebrado, e sim na primavera ou no verão. Por isso, a maioria dos estudiosos consideram que Jesus não nasceu dia 25 de dezembro, a menos que a passagem que narra o nascimento de Jesus tenha sido escrita em linguagem alegórica. Diga-se de passagem que visto que Jesus viveu trinta e três anos e meio e morreu entre 22 de março e 25 de abril, ele não poderia realmente ter nascido em 25 de dezembro.

 
  Natal atualmente

 
Depois de muito tempo celebrando o Natal como o nascimento de Jesus Cristo, há não muito tempo o Natal surgiu como forma de aquecer o mercado consumidor num período que não havia muitas vendas, devido as festas de final de ano (hemisfério norte) ou pelas férias (hemisfério sul). Desta forma a celebração do Natal está surgindo como mais uma ferramentas de marketing, e por este motivo o foco na celebração, na festa da família e do encontro dos amigos, faz com que pessoas solitárias ou que recentemente sofreram perdas possuem uma tendência mais forte para ficarem em depressão durante o Natal.

 
Isso aumenta a demanda por serviços de apoio psicológico durante o período. Se não bastasse, muitos acidentes rodoviários devidos a motoristas alcoolizados, a excessos de velocidade e a manobras perigosas ceifam vidas desnecessariamente.

 

Fonte: Internet 

criado por Devandira    17:32:17 — Arquivado em: Sem categoria

11/12/07

Depois dos 50

      Atividade física é mais importante que magreza

Uma pesquisa conduzida por pesquisadores britânicos sugere que ser fisicamente ativo depois dos 50 anos de idade é mais importante para "manter a mobilidade corporal" do que ser magro.

A equipe de cientistas da Peninsula Medical School reconhece que ser obeso ou estar acima do peso na meia-idade pode prejudicar a mobilidade física. Mas os pesquisadores observam que, independentemente da massa corporal, pessoas que realizam trabalhos domésticos ou praticam esportes têm mais chances de manter a capacidade de locomoção e mobilidade na idade avançada.

O estudo, publicado na revista científica Journal of the American Geriatrics Society, acompanhou durante seis anos a rotina de 10.209 participantes entre 50 e 69 anos nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.

Os pesquisadores observaram que, entre os que realizavam algum tipo de atividade física três ou mais vezes por semana, apenas 13% desenvolveram problemas de mobilidade física. Em contrapartida, entre os sedentários, 24% apresentaram dificuldades para se movimentar.

No testes, os especialistas observaram que as pessoas que eram ativas tinham mais facilidade para fazer longas caminhadas, subir e descer escadas, manter o equilíbrio e se levantar sem a ajuda dos braços. O líder da pesquisa, Iain Lang, disse que os resultados foram muito semelhantes entre os voluntários americanos e britânicos, o que sugere que os benefícios das atividades físicas na idade avançada são "universais". 

"Fazer exercícios na meia-idade não só ajuda quem quer perder peso, como também auxilia na manutenção da mobilidade física", afirmou Lang. "E mais importante que isso, entre os que não conseguem diminuir o peso, ainda assim ganharam mais mobilidade física".

 

Fonte: TecnoCientista

criado por Devandira    16:48:44 — Arquivado em: Sem categoria

7/12/07

Como comprar com segurança na internet

 

Nesta época de fim de ano, a atenção ao fazer compras pela Internet deve ser redobrada: golpistas tentam levar o internauta a sites falsos ou a baixar arquivos que não passam de programas espiões, destinados a roubar dados dos usuários.

Além de proteger a máquina - mantendo sistema operacional e softwares de proteção atualizados -, é necessário observar alguns cuidados simples, mas que podem garantir a segurança para boas compras online, sem surpresas desagradáveis. Confira as dicas abaixo:

Mantenha seu computador protegido, com softwares de segurança - antivírus, anti-spyware, anti-spam e firewall - atualizados. Mantenha o sistema operacional atualizado, também. Se você não se sentir seguro para fazer as configurações, consulte o fabricante ou um especialista;

Atenção a mensagens não-solicitadas: não clique nos links oferecidos nestes e-mails, em geral eles levam para sites falsos e têm o objetivo de roubar dados do usuário;

  Lembre-se: os principais bancos, lojas e instituições em geral não enviam e-mails não-solicitados aos clientes; em caso de dúvida, consulte o site da empresa;

Prefira lojas de sua confiança ou as mais conhecidas para fazer suas compras;

Não forneça sua senha para qualquer pedido de cadastramento ou recadastramento, nem para pessoas desconhecidas;

Em sites de leilão, verifique sempre a reputação do vendedor e consulte as observações e depoimentos escritos por outros consumidores;

Compra na web com cartão é segura, diz estudo

Use o seu computador pessoal (ou o do trabalho, se for permitido) para fazer suas compras online. Evite usar computadores públicos (como os de lan houses) ou que sejam utilizados por mais de uma pessoa;

Certifique-se que o site escolhido é seguro: o endereço deve começar com "https://" e, na parte inferior da tela, deve aparecer o desenho de um cadeado ativado. Se você clicar no cadeado, poderá conferir se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra do seu navegador;

Usar o cartão de crédito na Internet é tão seguro quanto usá-lo para pagar um restaurante, por exemplo. Prefira este meio eletrônico de pagamento. Se desconfiar do site e a compra for inevitável, prefira boleto bancário ou Sedex a cobrar;

Verifique se o site em que você quer fazer compras oferece outros meios de contato, como um telefone ou endereço físico;

Guarde provas da compra, como comprovante de pagamento e e-mails de confirmação de compra e entrega;

Tenha cuidado especial ao comprar ítens muito vendidos (MP3 players, telefones celulares), eles normalmente estão associados a compras mais arriscadas.

Depois de feita a transação, efetue "logout" do site de compras, principalmente se tiver usado um computador compartilhadas por várias pessoas;

Blogs influenciam consumidores na hora da compra

É aconselhável que você aprenda como limpar "cookies" e outras informações confidenciais em seu navegador;

Por último: use o bom senso, sempre. Desconfie de ofertas espetaculares, promoções imperdíveis ou produtos com preço muito abaixo do mercado.

 

Fonte: TecnoCientista

criado por Devandira    09:49:17 — Arquivado em: Sem categoria

3/12/07

Papai Noel viaja em super velocidade

O período das festas de fim de ano pode ser estressante, sobretudo para o Papai Noel que tem que se deslocar a uma velocidade de 5.800 km por segundo para levar presentes às crianças do mundo inteiro, segundo um estudo sueco.

 

Entre os dias 24 e 25 de dezembro, Papai Noel terá que parar em 2,5 bilhões de casas, considerando que as crianças de todas as religiões receberão um presente, explicou Anders Larsson, da consultoria Sweco.

"Consideramos que há no planeta 48 habitantes por km², e que 20 metros separam cada casa. Logo, se Papai Noel parte do Quirguistão e viaja no sentido contrário ao da rotação da Terra, ele tem 48 horas para entregar todos os presentes", explicou.

Segundo a tradição, Papai Noel mora no Pólo Norte. Entretanto, várias cidades nórdicas reivindicam o título de local de residência oficial do Papai Noel, entre as quais Rovaniemi, na Finlândia.

 

 

Porém, segundo o estudo realizado pela Sweco, a moradia ideal para Papai Noel seria mesmo o Quirguistão. É este país da Ásia Central que proporciona a ele, objetivamente, o melhor ponto de partida para racionalizar ao máximo seu trajeto pelo mundo, perdendo o menos de tempo possível.

"Papai Noel tem 34 milésimos de segundo para cada parada", resumiu o estudo.

De acordo com outro estudo que circula na internet, o trenó do Papai Noel, carregado de toneladas de presentes e se deslocando a uma velocidade supersônica, se desintegraria em 4,26 milésimos de segundo devido à resistência do ar.

Fonte: TecnoCientista

criado por Devandira    22:51:25 — Arquivado em: Sem categoria

1/12/07

Trabalhar a noite pode dar câncer

 

O trabalho noturno, que emprega cerca de 20% das pessoas nos países desenvolvidos, foi tido como "provavelmente cancerígeno" pelo Centro Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc/Circ), agência da Organização Mundial da saúde (OMS).

"O trabalho no turno da noite, seja o que apresenta alternâncias irregulares entre dia e noite, seja o que é integralmente noturno, mas que deixa os finais de semana de folga, perturba o relógio biológico e, por isso, se encontra na mesma categoria de outras `prováveis´ causadoras de câncer como as emissões dos motores a diesel ou de outras substâncias (como os "PCBs", o bifenil ploriclorado, tricloretileno, alguns pesticidas) ou ainda os raios ultravioletas, o chumbo das pinturas e antigas tubulações de água", explicou à AFP Vincent Cogliano, epidemiologista do Circ.

A agência especializada da OMS para o câncer, baseada na cidade francesa de Lyon, publicou seus trabalhos, resultado de uma avaliação de estudos já publicados, na edição de dezembro da revista médica britânica "The Lancet Oncology".

Segundo o estudo, o trabalho noturno por um longo período aumentaria o risco de câncer de mama entre as enfermeiras e as aeromoças se comparadas as ocorrências entre as funcionárias da noite e as do dia: "Mas este aumento é inferior ao de a uma duplicação do risco, sendo então um risco real, mas que os epidemiologistas qualificam de modesto", explicou Vincent Cogliano.

Os estudos entre as mulheres estão de acordo com os resultados encontrados nas pesquisas realizadas em animais. Eles demonstram que a luz constante e a tamisada a noite ou o jet lag (desorientação provocada por diferenças de horário) podem favorecer o aparecimento de tumores.

De acordo com os especialistas, o trabalho de noite pode também ser perigoso devido aos seus efeitos nos ritmos cardíacos, que regulam o organismo na alternância dia/noite sobre cerca de 24h. A luz interrompe a produção de um hormônio, a melatonina, normalmente secretada pelo corpo à noite. Esta supressão de melatonina favoreceria o desenvolvimento de tumores e a alteração do ritmo do sono poderia desregular os genes envolvidos no desenvolvimento de tumores.

Por outro lado, sabe-se que, entre os humanos, a privação de sono e a decorrente supressão de melatonina conduzem a uma baixa das defesas imunológicas.

No entanto, revelou Cogliano, os vieses de interpretação não podem ser totalmente descartados, como, por exemplo, a influência dos raios cósmicos nas pessoas que trabalham com aviação. E, acrescentou ele, "nos falta resultados que dizem respeito ao trabalho masculino noturno, por exemplo, entre os caminhoneiros e os motoristas de táxi".

"É por este motivo que os estudos complementares são necessários: para examinar o risco potencial em outras profissões e de outros tipos de câncer, especialmente entre os homens", resumiu ele ao Circ.

 

Fonte: Tecnocientista

criado por Devandira    19:49:57 — Arquivado em: Sem categoria
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