30/9/07
Evas ou Barbies?
O Antigo Testamento leva os cristãos à crença de que a mulher nasceu da costela do Adão. Controversas bíblicas e científicas a respeito do criacionismo humano à parte, a obsessão por formas perfeitas tem encorajado muitas "Evas" contemporâneas a tomarem atitudes extremas como a retirada da última costela em busca daquela cinturinha seca, de boneca.
O culto ao corpo, a necessidade de ficar com a imagem e semelhança da boneca Barbie, chega a ponto de induzir essas mulheres a um procedimento cirúrgico doloroso, invasivo e arriscado para a anatomia humana.
A Bíblia não revela qual costela o Criador teria tirado do homem para dar vida à mulher. Ironicamente, o que se vê hoje são algumas "Evas" da modernidade dispostas a abrir mão da 12ª costela, localizada na parte inferior do abdômen e mais próxima da cintura, ansiosas por exibir um contorno escultural.
Cirurgia pode causar deformações anatômicas
O médico ortopedista Ysao Yamamura , da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), disse que o ser humano é o resultado do desenvolvimento evolutivo de milhões de anos e que tal cirurgia pode causar deformações anatômicas. “Na 12ª costela há inserções de tendões dos músculos e isso mantém o equilíbrio dinâmico da coluna vertebral”.
Chefe da cirurgia plástica do Hospital de base e professor doutor da Famerp (Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto), Antonio Roberto Bozola taxou como condenável a remoção da 12ª costela com finalidade estritamente estética.
Segundo Bozola são as pacientes com uma barriguinha um tanto saliente, mas que não chegam a serem obesas às que mais procuram por essas técnicas radicais para afinar a cintura. Casos capazes de serem resolvidos com segurança por meio de uma lipoaspiração tradicional, associada a exercícios físicos e dieta balanceada.
Retirar a última costela dura, em média, uma hora em centro cirúrgico e com a paciente desacordada, sedada por uma anestesia geral. Não é uma cirurgia reconhecida pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica por apresentar alto risco de complicações no pós-operatório e de morbidade.
Pneumotórax
Para o médico cirurgião Fabrício Carvalho Torres, formado pela Universidade Federal de Juiz de Fora e doutorando em células troncos da gordura pela USP, a gravidade da cirurgia existe pela 12ª costela ficar localizada na parte baixa do abdômen, uma área muito vascularizada que protege as vísceras laterais, passa por cima do fígado e, do lado esquerdo, se aproxima ao baço. “Tem a agravante dessa remoção de costela vir a causar uma perfuração no pulmão e levar a paciente a óbito por conta de um pneumotórax”, disse.
Cicatriz e dor
No pós-cirúrgico a pessoa sofre uma dor intensa abdominal que perdura entre 30 e 40 dias. Outro complicador é a enorme cicatriz que a paciente herdará após o procedimento, visível se usar biquíni.
EUA e no México 
Segundo Torres há relatos de profissionais realizando essa técnica nos EUA e no México, mas ainda não há descrição em literatura científica de credibilidade que recomende este tipo de cirurgia com fins estéticos.
Diz a lenda que uma das pioneiras na retirada de costelas foi a atriz americana Cher, isso nos anos 90, mas até hoje a história ficou na base da fofoca porque ela nunca confirmou tê-la feito. Já a cantora mexicana Thalia extraiu as duas últimas costelas flutuantes e atribui a sua cinturinha mágica a tal cirurgia.
Brasil
No Brasil, Antonio Bozola do Hospital de Base disse ter assistido a cirurgias, para a retirada da última costela, conduzidas pela equipe do cirurgião plástico Jorge Miguel Psillakis (autor da abdominoplastia). Psillakis, em conjunto com os cirurgiões Erdulfo Appiani (de origem Argentina) e o espanhol Rafael de La Plaza, lançou na década de 80 nos EUA um livro sobre essa técnica.
Psillakis, cirurgião e professora da USP, disse à Vida&Arte que descrevera a abdominoplastia para corrigir deformações nas cartilagens costais, com a finalidade de atenuar assimetrias acentuadas do abdômen e desvio de umbigo no pós-parto.
Um procedimento, de acordo com ele, indicado para casos raros de mulheres que geraram seus bebês alojados com as cabeças sob as costelas do lado esquerdo. À procura de espaço, o feto faz com que as costelas inferiores da mãe sofram uma rotação para frente e para cima, de modo que a deformação fica mais acentuada bem na base do tórax.
A cirurgia perfeita, segundo ele, depende de vários fatores como a distância entre as últimas costelas e o osso da bacia, posição espacial dos músculos e a quantidade de depósito de gordura. “As costelas flutuantes auxiliam na respiração. Retirar algo que tem função para a vida por motivo estético não recomendo. É diferente do que fizemos e ainda usamos em casos raros, se existe essa deformidade pós-gravidez”, disse Psillakis.
Fonte: Vida&Arte
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criado por Devandira
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Beleza não é fundamental para se tornar o homem dos sonhos das mulheres, segundo uma pesquisa da empresa britânica de etiqueta Debrett´s, que diz que boas maneiras são o que mais importa. 
Pagar a conta do jantar 

Boas maneiras e habilidades sociais básicas como revezar são tão importantes ao sucesso das crianças na escola do que foco na leitura, escrita e aritmética, sugere um novo livro.



A cerveja fica com o gosto ruim se esquentar e gelar novamente - pode acontecer caso a cerveja passe pelo processo de gelar/descongelar por muitas vezes. Mas muitas pessoas acreditam que o gosto fica esquisito quando se gela uma cerveja que já foi gelada e voltou à temperatura normal. A cerveja pode estragar com o ar, a luz e o tempo. A temperatura não estragará sua cerveja a menos que seja extrema.
As cervejas dos EUA têm menos álcool que as demais - Algumas pessoas notam uma diferença no rótulo, sobre o teor alcoólico das cervejas comercializadas nos EUA. Os americanos usam a média de álcool por peso, enquanto os demais países adotam o padrão de álcool por volume. Uma vez que a cerveja pesa menos que a água, as cervejas americanas apresentam números menores, mas não menos álcool.
As cervejas da Tailândia contêm formaldeído - Acredita-se que as cervejas fabricadas em Singha contêm na fórmula formaldeído. A explicação mais aceitável é que as cervejas fabricadas em Singha contêm muito mais álcool e são muito mais amargas. Quando soldados americanos ou ingleses bebiam na Tailândia, ficavam bêbados com maior facilidade e muito mais rápido do que costumavam, além de sentirem um amargo muito mais intenso. A explicação sugerida é que continha formaldeído em sua fórmula. Loucura.
A cerveja Corona é urina mexicana - Durante a década de ‘80, surgiu um rumor de que trabalhadores da fábrica de cerveja Corona (bem popular nos EUA) estavam urinando nos tanques das cervejas destinadas aos EUA. Certamente seria, no mínimo, desagradável, se fosse verdade. Mas como todo mito, isso causou transtornos para a fábrica - sua popularidade foi diminuindo entre os consumidores de cerveja americanos e quem se beneficiou com isso foi a Heineken. Peraí, e onde a Heineken entra na história? Ela foi a responsável por espalhar o rumor (aconteceu um caso similar a este aqui no Brasil, envolvendo a Coca-Cola e a Dolly). O responsável da Heineken admitiu a concorrência desleal e a Corona teve sua popularidade em alta novamente. Mas esse rumor é espalhado até hoje por todo o país!
Mulheres não gostam de cerveja - Quem será que inventou isso?! Algumas mulheres bebem muito mais do que homens. Há milhares de casos em que a mulher agüenta beber muito mais do que o homem.
Tem gente que trai uma vez, sente a culpa e nunca mais repete o erro. Já outras pessoas fazem do ato um estilo de vida. Tudo por debaixo dos panos, é claro, porque infidelidade requer muita discrição, isto é, mentiras - ou, no mínimo, muitas omissões. Pois bem, alguns conseguem distinguir um tipo de traição de outra e, às vezes, é possível até relevar. No entanto, há quem não suporte ouvir a palavra T-R-A-I-Ç-Ã-O - ui, dá até arrepio! Quanto mais da boca do parceiro, se o danado se acusar. Tudo bem, todo mundo erra, todos têm seus dias ruins, a gente pisa na bola, mas, se foi de caso pensado, se o "crime" foi planejado nos mínimos detalhes… Aí, sai de baixo, é só uma questão de tempo até a farsa ser descoberta e o circo pegar fogo.
10 pistas de uma traição
Durante anos, médicos advertiram homens com problemas de fertilidade que evitassem banhos quentes, sob a alegação de que a longa exposição à água em temperatura elevada poderia agravar ainda mais o problema. No entanto, o que até agora era apenas especulação, ganhou subsídio científico quando uma equipe de urologistas da Universidade da Califórnia, em São Francisco, nos Estados Unidos, divulgou o resultado de um estudo a respeito.
Mas o mais surpreendente para os pesquisadores foi observar a rapidez com que o problema pode ser revertido. Depois que os homens pararam de se expor a banhos quentes, metade teve “um significativo aumento de 491% do total dos espermatozóides móveis em um período de três a seis meses” após a mudança de atitude.
Entre os homens nos quais o problema não foi revertido, os especialistas acreditam que a culpa seja do tabaco, já que a maioria era de fumante crônico.
Há quem não consiga descartar objetos antigos. Mas essa mania nem sempre é motivo de preocupação.
As memórias justificam o apego afetivo. "Tenho carinho. Foram importantes para mim, me fazem lembrar da minha infância, que foi tão gostosa." Cláudia também tem um armário cheio de roupas das décadas de 70, 80, 90… até hoje. E bijuterias dos mesmos períodos. "Recentemente, usei uma legging dos anos 80. Na moda, tudo volta." Mesmo as peças que nunca usa continuam em sua casa. "Tenho colares da época hippie, calças boca de sino. Tudo isso não deixa de ser uma informação de cultura."
Em seu apartamento, há uma estante que ocupa toda uma parede e acomoda cerca de 800 vinis - outra paixão. Apesar de ter comprado a maioria desses discos em CDs, conservou tudo da época em que era apaixonada por rock. "Tenho alguns vinis raros", conta ela, que costuma limpá-los cuidadosamente. "Hoje em dia é difícil ouvi-los. Mas gosto de fazer isso quando meus amigos vêm aqui. Eles revivem uma época que alguns quase já esqueceram."
TRÊS GERAÇÕES
NOSTALGIA
Acumular coisas só representa um problema se começa a interferir na vida pessoal. "Quando, por exemplo, a pessoa enche o espaço útil e não tem mais área para novas aquisições." A psicóloga lembra do caso, divulgado pela mídia há um ano, da senhora que guardava até lixo em casa, como - neste caso sim - algo doentio.
A questão das mudanças de nossas avaliações é um dos pontos centrais para o entendimento do bem e do mal.
O mal não pode ter origem em Deus
A causa do mal
O princípio do bem e do mal
Começa nesta semana um programa gerido por médicos da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para diminuir o espantoso número de estudantes que, por causa de doenças simples de serem tratadas, têm dificuldades nas escolas. O programa é patrocinado pela prefeitura de São Paulo, previsto para atingir todos os alunos da rede municipal.
O que os médicos estão constatando ocorre em todas as escolas brasileiras - e ocorre porque não se consegue um melhor entrosamento entre as áreas de educação e saúde. Estamos falando aqui de um problema que, segundo as estatísticas, atinge 40% dos alunos da rede pública. Ou seja, algo como 25 milhões de estudantes. Sei de meninos tratados como surdos, mas que não limpavam o ouvido. E de outros considerados retardados pelos professores, mas que tinham distúrbios psicológicos provocados pela violência doméstica. Há disléxicos considerados burros. Ou anêmicos chamados de preguiçosos.

Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às terças-feiras.
Água para matar a sede, para melhorar a saúde e para emagrecer. Todos esses conceitos populares ajudam a pensar que quanto mais água bebemos melhor. Mas os cientistas dizem que a antiga fórmula está errada.
Sem emagrecimento
Problemas cardíacos 
